Páginas

quinta-feira, 2 de junho de 2011

GINCANA GENÉTICA - PARTE 3


4º FICHAMENTO - Freio Labial Superior Duplo: Relato de Caso

Cavalcanti, A.L.; SANTOS, E. ; ALTAVISTA, O - Revista Paulista de Odontologia, n.6, 1997.

“Nas crianças em idade pré-escolar e naquelas em fase de dentição mista, observa-se frequentemente um diastema na linha mediana da maxila. É importante determinar se este diastema é normal para esta época em particular do desenvolvimento, ou se está relacionado a presença de um freio labial superior anormal.”

“Tem-se observado que a importância do freio labial superior anormal na dentição decídua tem sido bastante negligenciada, na maioria das vezes, por parte do clínico e, especialmente, pelo Odontopediatra.” 

“Histologicamente, o freio labial é composto de duas camadas de epitélio, recobrindo um tecido conjuntivo frouxo vascularizado. As fibras musculares quando presentes, são derivadas do músculo orbicular dos lábios.”

“Estudando a prevalência dos diferentes tipos de freio labial superior na dentição decídua em 150 crianças na faixa etária de 4 a 6 anos de idade da cidade de São Paulo, SANTOS e colab. 8 (1985) encontraram uma prevalência de 72% para o freio simples, 10,6% para o teto labial persistente, 7,3% para o freio com apêndice, 6% para o freio com nódulo e 4% de prevalência para o freio duplo.”

“A semelhança entre o freio labial normal e o anormal pode causar confusão, levando a um diagnóstico falho e um grande número de freios tem sido errônea ou precocemente conduzidos à cirurgia.” 

“O freio é anômalo quando, além de causar problemas ortodônticos pode ocasionar outros, de ordem estética, fonética ou periodontal”. 
“O odontopediatra assume grande responsabilidade frente ao diagnóstico, por acompanhar o paciente desde a mais tenra idade até a adolescência. Um diagnóstico correto e precoce é de primordial importância, pois permite a adoção da terapêutica indicada.”

Fonte do arquivo: http://www.odontologiainfantil.8m.com/publicacoesa3.htm

Fichamento feito por Taíse Nogueira Rolim, aluna do curso de Odontologia da Faculdade de Ciências Aplicadas Dr. Leão Sampaio.

GINCANA GENÉTICA - PARTE 3


10º FICHAMENTO - Restaurações Indiretas: Técnica Alternativa na Reabilitação Bucal em Odontopediatria

CAVALCANTI, A. L.; LACERDA, A. H. D. - JBP   (JORNAL BRASILEIRO DE ODONTOPEDIATRIA E ODONTOLOGIA DO BEBÊ), v.2, n.8, p.274-76, 1999.

“Mesmo com todas as medidas preventivas que estão disponíveis, a destruição precoce de dentes decíduos posteriores, pela doença cárie, é um dos problemas com o qual o odontopediatra se defronta na clínica diária.”

“A dentística restauradora está em um constante processo evolutivo. A cada dia, novas técnicas e materiais são desenvolvidos, proporcionando ao clínico e em especial, ao odontopediatra, inúmeras opções para a reabilitação bucal em odontopediatria.”

“A técnica que preconiza a utilização de restaurações indiretas em resina composta, constitui uma dessas opções alternativas que possibilita a restauração de dentes decíduos com grandes destruições coronárias, devolvendo a anatomia e função perdidas, bem como o fator estético. Dentre as vantagens deste método alternativo, destacamos: contorno anatômico superior, estética, baixo custo, baixa condutibilidade térmica, obtenção dos contatos proximais e menor microinfiltração.”

“Um ponto importante a ser salientado é que não há necessidade de equipamentos de última geração, bem como é dispensável o encaminhamento ao laboratório, já que o próprio profissional pode executar o trabalho laboratorial em seu consultório particular, tal é a simplicidade técnica.”

“O sucesso de qualquer tratamento está condicionado à avaliação, diagnóstico e plano de tratamento corretos da situação clínica existente para um dado paciente. A utilização da resina composta através da técnica indireta mostra-se eficiente na restauração de molares decíduos com grandes destruições coronárias.”

Fonte do artigo: http://www.odontologiainfantil.8m.com/publicacoesa7.htm

Fichamento feito por Taíse Nogueira Rolim, aluna do curso de Odontologia da Faculdade de Ciências Aplicadas Dr. Leão Sampaio.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

GINCANA GENÉTICA - PARTE 3

6º FICHAMENTO - Mordida Cruzada Posterior Funcional:Relato de Caso

CAVALCANTI, A. L.; RODRIGUES, C. M. D.; FRAZZI, R. - Revista Paulista de Odontologia, nov./dez., 1996.

“As mordidas cruzadas são mal oclusões bastante frequentes, causando alterações no perfil do paciente quando não tratadas precocemente, uma vez que elas não são autocorrigidas com a erupção dos dentes permanentes.”

“Do ponto de vista da oclusão, cabe ao clínico e mais especificamente ao odontopediatra, identificar, diagnosticar e tratar precocemente algumas das más oclusões presentes nas crianças, já que o mesmo acompanha o paciente desde a mais tenra idade até a adolescência. Quando as crianças são tratadas durante a dentição decídua, o crescimento e desenvolvimento normais são mantidos.”

“A mordida cruzada é uma relação anormal vestíbulo-lingual dos dentes da maxila ou da mandíbula, ou de ambos, quando em oclusão. Pode ser uni ou bilateral, anterior ou posterior.”

“É a incapacidade dos arcos superior e inferior em ocluir normalmente em uma relação lateral, podendo ser decorrente de problemas de posicionamento dentário, de crescimento alveolar ou de uma grave desarmonia entre a maxila e a mandíbula.”

“Podem ser produzidas por: 1) interferências dentárias, 2) distúrbios têmporo-mandibulares e 3) uma assimetria dos arcos superior e inferior.”
“O desenvolvimento de uma mordida cruzada é usualmente acompanhado por um desvio da mandíbula para o lado afetado quando do fechamento da boca”

“O diagnóstico depende de vários fatores, incluindo avaliação clínica oclusal, avaliação funcional comparando a relação de fechamento cêntrico com a oclusão cêntrica ou posição de máxima intercuspidação e a análise da dimensão do arco dentário que compara, especificamente, a largura de cada arco”.

“O tratamento precoce através somente do desgaste, ou em combinação com a expansão, é aconselhado para reduzir a prevalência das mordidas cruzadas e, provavelmente, em alguns casos, eliminar a necessidade de tratamento em estágios posteriores do desenvolvimento da oclusão. Todos os autores concordam que o mesmo deve ser precoce e sempre que possível deve-se interceptá-las na fase de dentição decídua, antes que problemas mais graves se instalem nas dentições mista e permanente, dificultando o tratamento posterior”.

“Pode-se concluir que: 1- A análise funcional da oclusão é uma ajuda válida para o diagnóstico de interferências dentárias que levam a alterações oclusais. 2- Um correto diagnóstico e o conhecimento sobre o crescimento e desenvolvimento infantil capacita o odontopediatra a interceptar as mal oclusões em uma idade precoce. A correção dos problemas funcionais permitirão o crescimento e desenvolvimento normais e podem simplificar qualquer necessidade de tratamento ortodôntico futuro.”

Fonte do arquivo: http://www.odontologiainfantil.8m.com/publicacoesa2.htm

Fichamento feito por Taíse Nogueira Rolim, aluna do curso de Odontologia da Faculdade de Ciências Aplicadas Dr. Leão Sampaio.

GINCANA GENÉTICA - PARTE 3

7º FICHAMENTO - Prevalência de Mordida Aberta Anterior e Sua Relação com Hábitos de Sucção Não Nutritiva

FORTE, F. D. S.; BOSCO, V. L. - Pesquisa Brasileira em Odontopediatria e Clínica Integrada, v. 1, n. 1, jan./abr. 2001. 

“A mordida aberta anterior (MAA) é uma má-oclusão frequentemente encontrada em crianças na fase de dentição decídua e tem sido associadas a vários fatores etiológicos, entre eles: respiração bucal, deglutição atípica e os hábitos de sucção não nutritiva (dedo e chupeta).”

“Um dos tipos de má-oclusão mais frequente em odontopediatria, sendo definida como a discrepância ou falta de contato dos dentes anteriores, quando a mordida está em relação cêntrica.”

“MIZRAHI (1978) classifica a mordida aberta anterior em dois grupos: esqueléticas e dento-alveolares. Nas esqueléticas, o paciente apresenta aumento do terço inferior da face, os lábios são incompetentes para o vedamento labial, sendo, portanto necessário um esforço consciente para mantê-los unidos e normalmente a língua é projetada através da abertura anterior.”

“Caracterizada pela falta de contato entre os incisivos no sentido vertical, sendo causada principalmente por: padrão esquelético alterado, anomalias no desenvolvimento do processo fronto-nasal, hábitos bucais deletérios de sucção, deglutição atípica, macroglossia e traumatismo na região anterior da pré-maxila”.

“Portadores de mordida aberta anterior não possuem equilíbrio muscular, devido à falta de relação entre os maxilares, o que irá interferir em sua harmonia facial. O desempenho normal da respiração e deglutição, assim como o posicionamento correto da língua e dos lábios são de fundamental importância, para a manutenção do equilíbrio no posicionamento dos dentes nos maxilares e da musculatura circundante”.

“Observou-se uma discreta diminuição na prevalência da mordida aberta anterior com o aumento da idade, No que se refere ao sexo pode-se notar que em todas as faixas etárias, a prevalência foi maior para o sexo masculino, sendo a maior diferença mais acentuada nas faixa etária entre 4|-5 anos.”

“De acordo com as pesquisas, conclui-se que: 1. A prevalência de mordida aberta anterior esteve presente em 24,8% das crianças entre 3 e 6 anos. Sua prevalência foi maior na faixa etária entre 3|--4 anos (27,1%). Em relação ao sexo houve uma equivalência na prevalência. 2. Os hábitos de sucção não nutritiva estiveram relacionados ao desenvolvimento da mordida aberta anterior; 3. É importante que o Cirurgião-Dentista e o Odontopediatra façam o correto diagnóstico da mordida aberta anterior, procurando seu fator etiológico.”

Fonte do artigo: http://www.odontologiainfantil.8m.com/publicacoesa24.htm

Fichamento feito por Taíse Nogueira Rolim, aluna do curso de Odontologia da Faculdade de Ciências Aplicadas Dr. Leão Sampaio.

GINCANA GENÉTICA - PARTE 3

8º FICHAMENTO - Fluorose Dentária: Uma Abordagem a Nível de Saúde Pública 

GONÇALVES, L. D.; MAIA, L. C. - Revista Fluminense de Saúde Coletiva, n.5, dez., 1998.

“Nos últimos anos, tem havido uma preocupação crescente com o aumento da prevalência e severidade da fluorose dentária, tanto nas comunidades com água de abastecimento fluoretada, com ótimo teor de Flúor, como naquelas com água não fluoretada”.

“Através de pesquisas têm-se chegado à conclusão de que várias são as fontes de fluoreto (F) que podem estar implicadas no desenvolvimento deste processo patológico e que seu uso tem aumentado gradativamente com o passar dos anos com o crescente advento da prevenção da cárie dental.”

“A fluorose dentária tem sido vista como um pequeno preço a pagar para que se tenha dentes livres de lesões de cárie. Alguns profissionais perpetuam a ideia de que o preço de um grau leve de fluorose dentária é aceitável quando se pensa em termos de cárie dentária. Reforçando, assim, a idéia de que: "é melhor ter um grau leve de fluorose a ter cárie.”

“Entretanto, quando se assume um compromisso para com a sociedade,  não se pode aceitar o aparecimento de um novo problema (fluorose dentária) na busca da solução de um antigo problema (cárie dentária).”

“Estudiosos afirmam que a fluoretação artificial da água ainda pode ser uma relevante medida de prevenção, onde as condições de higiene oral são precárias.”

“No Brasil, a água fluoretada tem sido apontada como uma das estratégias de eleição para a prevenção do processo e evolução da cárie dentária. Entretanto, um grande perigo é que existe a possibilidade de que muitas cidades brasileiras não possuam uma política de vigilância sanitária que controle de forma satisfatória a execução da fluoretação, sendo este controle ineficiente para reduzir ou aumentar o nível de Flúor na água de abastecimento.”

“Um importante aspecto de qualquer programa preventivo de saúde bucal é a manutenção da boa higiene e o principal fator de seu sucesso é devido a escovação dentária, quando se realiza mecanicamente a remoção da placa bacteriana.”

“Um dos principais fatores etiológicos para a fluorose é o seu uso precoce em crianças;”

“Conclui-se que não é a presença de fluoreto na água de abastecimento, tampouco o uso de dentifrícios e suplementos dietéticos fluoretados que se está discutindo no presente trabalho, mas sim a sua devida e racional utilização para que se tenha a otimização de seus efeitos preventivos contra a cárie dentária, sem, contudo, aumentar os riscos para o desenvolvimento da fluorose dentária em toda a população.”

Fonte do Artigo: http://www.odontologiainfantil.8m.com/publicacoesa8.htm

Fichamento feito por Taíse Nogueira Rolim, aluna do curso de Odontologia da Faculdade de Ciências Aplicadas Dr. Leão Sampaio.

GINCANA GENÉTICA - PARTE 3

9º FICHAMENTO - Estudo Comparativo de Duas Escovas Dentais de Uso em Saúde Coletiva

MELLO, A. C. C.; FRAZÃO, P. - REVISTA PESQUISA BRASILEIRA EM ODONTOPEDIATRIA E CLÍNICA INTEGRADA, v. 1, n. 2, maio/agosto, 2001.

“A cárie dentária e a doença periodontal são as patologias que ocorrem com mais frequência na população (Junqueira, 1982). Elas são doenças infecciosas que têm como um dos principais fatores etiológicos os microrganismos presentes na placa bacteriana (Toledo, 1996).”

A invenção da escova dental como a conhecemos é atribuída aos chineses durante a dinastia Tang (618-907 d.C). Em 1780, William Addis fabricou a primeira escova dental na Inglaterra, sendo um século mais tarde (1857), patenteada o primeiro produto nos Estados Unidos por H. N. Wadsworth. Com o desenvolvimento do plástico, a estrutura das escovas passaram a partir do século XX a ser produzidas com este material.

“No Brasil, a escova dental tem se transformado em insumo básico para os programas de saúde bucal, principalmente após a inclusão de ações coletivas na tabela de procedimentos vinculada ao Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde (SIA-SUS) (Brasil, 1992)”.

“Foi realizada uma pesquisa com 17 escolares de 11 a 13 anos de idade, a fim de se comparar a eficácia de duas escovas dentais de uso em saúde bucal coletiva. As escovas escolhidas para analise apresentavam marcadas diferenças quanto ao material, à forma do cabo, da cabeça e das cerdas, e também em relação ao seu custo.”

“Neste estudo comparou-se o desempenho de duas escovas de uso em saúde bucal coletiva. Quando são analisadas as características físicas de cada uma delas, notam-se marcantes diferenças relacionadas ao material e à forma.”

“A manutenção da higiene oral é um fator importante para o controle da placa bacteriana. Sabe-se que a eficácia da higiene oral depende da escovação, do fio dental (fundamental para a remoção de placa nas superfícies proximais). Além desses fatores, deve-se salientar que a técnica utilizada, frequência e tempo de escovação também influenciam na realização de uma boa higiene oral (Halla, 1982).

Fonte do Artigo: http://www.odontologiainfantil.8m.com/publicacoesa26.htm

Fichamento feito por Taíse Nogueira Rolim, aluna do curso de Odontologia da Faculdade de Ciências Aplicadas Dr. Leão Sampaio.

GINCANA GENÉTICA - PARTE 3


10º FICHAMENTO - Restaurações Indiretas: Técnica Alternativa na Reabilitação Bucal em Odontopediatria

CAVALCANTI, A. L.; LACERDA, A. H. D. - JBP   (JORNAL BRASILEIRO DE ODONTOPEDIATRIA E ODONTOLOGIA DO BEBÊ), v.2, n.8, p.274-76, 1999.

“Mesmo com todas as medidas preventivas que estão disponíveis, a destruição precoce de dentes decíduos posteriores, pela doença cárie, é um dos problemas com o qual o odontopediatra se defronta na clínica diária.”

“A dentística restauradora está em um constante processo evolutivo. A cada dia, novas técnicas e materiais são desenvolvidos, proporcionando ao clínico e em especial, ao odontopediatra, inúmeras opções para a reabilitação bucal em odontopediatria.”

“A técnica que preconiza a utilização de restaurações indiretas em resina composta, constitui uma dessas opções alternativas que possibilita a restauração de dentes decíduos com grandes destruições coronárias, devolvendo a anatomia e função perdidas, bem como o fator estético. Dentre as vantagens deste método alternativo, destacamos: contorno anatômico superior, estética, baixo custo, baixa condutibilidade térmica, obtenção dos contatos proximais e menor microinfiltração.”

“Um ponto importante a ser salientado é que não há necessidade de equipamentos de última geração, bem como é dispensável o encaminhamento ao laboratório, já que o próprio profissional pode executar o trabalho laboratorial em seu consultório particular, tal é a simplicidade técnica.”

“O sucesso de qualquer tratamento está condicionado à avaliação, diagnóstico e plano de tratamento corretos da situação clínica existente para um dado paciente. A utilização da resina composta através da técnica indireta mostra-se eficiente na restauração de molares decíduos com grandes destruições coronárias.”

Fonte do artigo: http://www.odontologiainfantil.8m.com/publicacoesa7.htm

Fichamento feito por Taíse Nogueira Rolim, aluna do curso de Odontologia da Faculdade de Ciências Aplicadas Dr. Leão Sampaio.